Já é verão por aqui e ele chegou sem avisar, está amanhecendo meio-dia...
E pra vocês é quase primavera!
SAUDADES IMENSAS!!
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Os Filhos
(Do Livro "O Profeta") - Gibran Kahlil Gibran
- Uma mulher que carregava o filho nos braços disse: "Fala-nos dos filhos."
- E ele falou:
- Vossos filhos não são vossos filhos.
- São os filhos e as filhas da ânsia da vida por si mesma.
- Vêm através de vós, mas não de vós.
- E embora vivam convosco, não vos pertencem.
- Podeis outorgar-lhes vosso amor, mas não vossos pensamentos,
- Porque eles têm seus próprios pensamentos.
- Podeis abrigar seus corpos, mas não suas almas;
- Pois suas almas moram na mansão do amanhã,
- Que vós não podeis visitar nem mesmo em sonho.
- Podeis esforçar-vos por ser como eles, mas não procureis fazê-los como vós,
- Porque a vida não anda para trás e não se demora com os dias passados.
- Vós sois os arcos dos quais vossos filhos são arremessados como flechas vivas.
- O arqueiro mira o alvo na senda do infinito e vos estica com toda a sua força
- Para que suas flechas se projetem, rápidas e para longe.
- Que vosso encurvamento na mão do arqueiro seja vossa alegria:
- Pois assim como ele ama a flecha que voa,
- Ama também o arco que permanece estável.
Adoro a poesia árabe!
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| Inspiração para mandalas de frutas que quero fazer no aniversário do Bichinho |
Mandala significa círculo em palavra sânscrito. Mandala também possui outros significados, como círculo mágico ou concentração de energia, e universalmente a mandala é o símbolo da integração e da harmonia.
A mandala é uma espécie de yantra (instrumento, meio, emblema) que em diversas línguas da península indostânica significa círculo. Em rigor, mandalas são diagramas geométricos rituais: alguns deles correspondem concretamente a determinado atributo divino e outros são a manifestação de certa forma de encantamento (mantra).
A sua antiguidade remonta pelo menos ao século VIII a.C. e são usadas como instrumentos de concentração e para atingir estados superiores de meditação (sobretudo no Tibete e no budismo japonês).
Durante muito tempo, a mandala foi usada como expressão artística e religiosa, através de pinturas rupestres, no símbolo chinês do Yin e Yang, nos yantras indianos, nas thangkas tibetanas, nos rituais de cura e arte indígenas e na arte sacra de vários séculos.
No budismo, a mandala é um tipo de diagrama que simboliza uma mansão sagrada, o palácio de uma divindade. Geralmente, as mandalas são pintadas como thangkas e representadas em madeira ou metal ou construídas com areia colorida sobre uma plataforma. Quando a mandala é feita com areia, logo após algumas cerimônias, a areia é jogada em um rio, para que as bênçãos se espalhem.
Carl Jung descreve as mandalas como quadros representativos ideais ou personificações ideais que se manifestam nos tratamentos psicoterapêuticos, interpretando-as como símbolos da personalidade no processo da individualização.
A mandala é uma espécie de yantra (instrumento, meio, emblema) que em diversas línguas da península indostânica significa círculo. Em rigor, mandalas são diagramas geométricos rituais: alguns deles correspondem concretamente a determinado atributo divino e outros são a manifestação de certa forma de encantamento (mantra).
A sua antiguidade remonta pelo menos ao século VIII a.C. e são usadas como instrumentos de concentração e para atingir estados superiores de meditação (sobretudo no Tibete e no budismo japonês).
Durante muito tempo, a mandala foi usada como expressão artística e religiosa, através de pinturas rupestres, no símbolo chinês do Yin e Yang, nos yantras indianos, nas thangkas tibetanas, nos rituais de cura e arte indígenas e na arte sacra de vários séculos.
No budismo, a mandala é um tipo de diagrama que simboliza uma mansão sagrada, o palácio de uma divindade. Geralmente, as mandalas são pintadas como thangkas e representadas em madeira ou metal ou construídas com areia colorida sobre uma plataforma. Quando a mandala é feita com areia, logo após algumas cerimônias, a areia é jogada em um rio, para que as bênçãos se espalhem.
Carl Jung descreve as mandalas como quadros representativos ideais ou personificações ideais que se manifestam nos tratamentos psicoterapêuticos, interpretando-as como símbolos da personalidade no processo da individualização.


